06/10/2011


Estilo no ambiente de trabalho

Todo mundo tem um estilo pessoal e expressa sua personalidade através do vestuário. Porém, ao se vestir para trabalhar, leve em conta que você também é o cartão de visita da empresa.

A preocupação com a vestimenta deve ser constante, até mesmo quando você está trabalhando no escritório sem contato com clientes.

O que deve falar mais alto é a sua competência e não o seu estilo. Mas é possível dar um toque pessoal deixando a produção com mais personalidade.

Veja abaixo algumas sugestões da consultora de imagem e estilo, Flávia Quintella, para se vestir adequadamente sem perder seu toque pessoal:

Mulheres:

- Dê preferência à calça de alfaiataria e camisa ou uma blusa. Se quiser usar uma cor viva, use na parte de cima, com uma calça de cor neutra, e complemente com acessórios mais discretos.

- A camisa branca pode ganhar um pouco de personalidade. Escolha modelos com punhos ou golas maiores, babados, texturas ou camisa estilo bata. 

- Jamais use decotes, tomara-que-caia e blusa de um ombro no ambiente de trabalho.

- Ao usar uma peça com detalhes diferentes ou um pouco mais chamativos, como um blazer com bolso diferente ou uma blusa com babado, seja mais discreta nas outras.

Homens:

- Homens mostram estilo através do corte do terno ou calça e do modelo da camisa. Os mais modernos preferem as camisas um pouco mais justas, curtas e levemente acinturadas.

- Outra forma de mostrar estilo é na combinação da camisa com a gravata ou simplesmente da estampa da camisa.

Ao usar camisa sem gravata, desabotoe apenas o botão do colarinho. Nada de deixar alguns botões abertos!

- Camisa de time de futebol e de banda são peças proibidas. São descontraídas demais para um ambiente de trabalho, por mais informal e descontraído que seja. Além de serem muito chamativas, as de time costumam ser mais largas e deixam a postura e aparência completamente desleixadas.

Busquem o equilíbrio. Se, ao olhar no espelho, pintar a dúvida, é porque tem algum excesso no visual.

 

Escrito por Elas & Lucros às 17h40
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04/10/2011


Aposentadoria para donas de casa

A partir deste mês, as donas de casa e homens de baixa renda, que não têm emprego remunerado, podem contribuir para a Previdência Social com a alíquota de 5% sob o salário mínimo (R$ 27,25). Para isso, precisam estar inscritas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), e a renda mensal da família não pode ultrapassar dois salários mínimos (R$ 1.090).

A estimativa da Previdência Social é que cerca de 6,5 milhões de pessoas possam ser beneficiadas, a partir de dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios do IBGE.

Benefícios

A dona de casa de baixa renda tem direito aos seguintes benefícios da Previdência Social: aposentadoria por idade (mulheres aos 60 anos), aposentadoria por invalidez, auxílio-doença, salário-maternidade, pensão por morte e auxílio-reclusão. Caso as donas de casa desejem contar as contribuições para efeito de aposentadoria por tempo de contribuição ou emissão de Certidão de Tempo de Contribuição será necessário complementar o recolhimento com a alíquota de 15% do salário mínimo.

A segurada que se enquadra no perfil acima deve imprimir a Guia da Previdência Social na página da Previdência Social na internet http://www.mpas.gov.br/. As inscrições podem ser feitas também pela Central de Atendimento (telefone 135), ou nas Agências da Previdência Social. 

Escrito por Elas & Lucros às 14h40
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Ninho vazio

O que fazer com o dinheiro que sobra depois que os filhos crescem e vão embora?

Para a autora dos livros “As leis do dinheiro para mulheres” e “A dieta do bolso”, Eliana Bussinger, este é um momento para a mulher voltar a olhar para si mesma e a se colocar em primeiro lugar. “É uma ocasião especial para ela se redescobrir, apreciar a vida sob uma nova ótica e ter tempo. Tempo para a mulher realizar o que sonhava, mas não podia, já que cuidar dos filhos tomou muito do seu tempo e boa parte de suas finanças”, diz.

Agora que a mulher terá sobras do seu dinheiro pode retomar algum projeto que tenha ficado pelo caminho. “Como a compra de um carro novo, um curso de pós-graduação ou mesmo uma cirurgia plástica”, disse Eliana.


Aposentadoria

Filhos despendem muitos gastos e, por isto, poucas mulheres conseguem fazer uma boa reserva financeira para chegar bem à velhice. “Quem não conseguiu pensar na própria aposentadoria enquanto os filhos moravam em casa pode começar agora, para se tornar independente deles no futuro. A longevidade é uma realidade”, diz a autora.

A mulher pode ainda fazer uma segunda faculdade ou terminar os estudos, fazer um curso de informática ou intercâmbio cultural. “Explore novas áreas do conhecimento. Cuide de sua mente, ela será uma importante aliada nesses anos a mais de vida que a humanidade tem conquistado”. Você pode também aprender a fazer pintura, aprender artes plásticas, fazer teatro, canto, dança ou estudar instrumentos musicais. “São atividades que fazem a mente e o corpo relaxarem”, diz Eliana.

Com mais dinheiro e tempo livre, a mulher pode cuidar do preparo físico. “Volte a malhar ou caminhe regularmente. Faça hidroginástica, natação, participe de um grupo de corrida ou ciclismo, pratique tênis. Exercite-se”, sugere.

Não perca o propósito de sua vida quando os filhos se forem. Aproveite para viajar, conhecer o mundo, sozinha ou com seu parceiro, seja qual for seu caso. E por falar em companheiro, neste momento a mulher pode também redescobrir a satisfação conjugal. “Volte a namorar, a irem juntos a restaurantes e cinemas”, aconselha Eliana Bussinger.

Aprecie a liberdade ampliada e a redução de responsabilidades.


Mamãe Coragem – Gilberto Gil 

Mamãe, mamãe, não chore. A vida é assim mesmo e eu fui embora. E eu quero é isto aqui.

Pegue uns panos pra lavar, leia um romance, veja as contas do supermercado, pague as prestações.

Ser mãe é desdobrar fibra por fibra o coração dos filhos.

Seja feliz.

Escrito por Elas & Lucros às 09h32
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03/10/2011


Cuidado com o cartão no exterior

O uso do cartão de crédito para compras no exterior se tornou uma armadilha. Segundo avaliação de Marcelo Maron, Diretor Executivo do Grupo PAR e consultor de finanças pessoais, a alta significativa do dólar no mês de setembro, que chegou a cerca de 20%, tornou o uso do cartão de crédito no exterior um risco para aquelas pessoas que têm orçamentos restritos. “Com a alta do dólar, viagens ao exterior ficaram repentinamente mais caras. Na prática, são R$ 300 a mais em cada US$ 1.000 gastos, seja na passagem, aluguel de carro, hotéis, compras ou comida. Em uma viagem bem espartana, com gastos controlados, esse custo a mais não deverá ficar por menos de R$ 1.000”, alerta Maron.

Para o consultor, essa alta significativa do dólar revela problemas na economia brasileira em relação à crise internacional, que ainda não tem a credibilidade necessária a frear oscilações de câmbio tão fortes: 
“Uma oscilação como a que vimos aqui no Brasil não foi observada em relação ao euro, à libra esterlina ou mesmo moedas de menor importância internacional, salvo as de países com reputação discutível, como a Venezuela”, assinala Maron. 

Segundo Maron, os viajantes não podem se esquecer que o valor do dólar que as pessoas compram para viajar não é o mesmo do câmbio oficial divulgado na mídia.

Para Maron, usar o cartão de crédito em despesas no exterior é um risco ainda maior, uma vez que a cotação do dólar praticada pelas operadoras de cartões é aquela do fechamento da fatura, com um acréscimo de 6,38% de IOF. “Além disso, as pessoas não podem parcelar despesas em dólar, como parcelamos compras feitas no Brasil”, alerta. 

Para o consultor, um dos meios de pagamento mais seguros para quem viaja é o cartão pré-pago em dólar, já disponível nos bancos que operam com câmbio, e que não possui o IOF do cartão de crédito. 

Maron recomenda que o viajante ao exterior nos tempos de hoje faça um mix entre cartão pré-pago, dinheiro e cartão de crédito. “Ao decidir por sua viagem ao exterior, sempre leve alguma coisa em dinheiro vivo. Será importante para pequenas despesas, como uma gorjeta, um estacionamento ou um refrigerante. Faça um mix do cartão pré-pago com o dinheiro e deixe o cartão de crédito somente para emergências, em função do imposto muito alto. Se você conseguir não utilizar o cartão de crédito, vai ter a certeza de que estará voltando para casa sem dívidas sujeitas a fortes variações do dólar, o que é um grande negócio”, alerta.

Escrito por Elas & Lucros às 15h52
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Este blog é nosso canal diário de conversa. Em 2006 nós nos conhecemos quando lançamos o livro ?Meninas normais vão ao Shopping, meninas iradas vão à Bolsa? (editora Letras & Lucros / Saraiva). Desde janeiro este contato passou a ser mensal com o lançamento da Elas & Lucros, a primeira revista de finanças pessoais para mulheres do Brasil. Agora, estaremos todos os dias.
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