Um projeto de lei que está para ser votado no parlamento da França quer instituir cota de 40% para mulheres nos cargos de diretoria de empresas listadas pelo governo, informou o site da revista inglesa The Economist. Se a lei for aprovada pelo Parlamento, a França será o segundo país do mundo a ter cotas para as mulheres em cargos de diretoria. A Noruega foi o primeiro. Altos diretores de companhias francesas são contra as cotas. As críticas variam. Xavier Fontanet, diretor de uma companhia do setor de ótica, alega que, para cumprir a cota, teriam de contratar mulheres jovens, ainda inexperientes para as exigências do cargo. Um executivo de outra companhia, que não quis se identificar, disse que muitos diretores podem, para cumprir a cota, empregar suas mulheres ou namoradas. Para Pierre-Yves Gomez da EMYLON Business School, a cota poderá reduzir a diversidade dentro das diretorias. E você, leitora, o que acha disso?





